Política Nacional

Bolsonaro depois dos 100 dias!

Passados os primeiros 100 dias de governo Bolsonaro, já são fartas as evidências de que a extrema imprensa segue perdida em relação aos acontecimentos  em curso no Brasil.

A tentativa de vender Bolsonaro como um louco, e por isso, incapaz de dirigir os destinos da nação é desmentida agora pelo exercício de uma liderança cujas bases colocam em primeiro plano o interesse público, mas também pelo destaque da Revista Time, que apresenta o Presidente do Brasil como uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Todas as apostas da Globo e Folha de São Paulo deram erradas. Bolsonaro segue firme. Apesar de tudo.

Neste primeiro ano de governo, a maior aposta da extrema imprensa é torcer para que a Reforma da Nova Previdência não passe. Entretanto, o debate está em todos os espaços -virtuais ou não – por meio dos quais se constata a inevitabilidade da aprovação.

Além disso, cumpre observar que, mesmo com lupa, lanterna, olhos e ouvidos da extrema imprensa voltados cuidadosamente para as movimentações do governo, até aqui se pode destacar que:

Não houve qualquer caso de corrupção no governo, fato inédito desde a redemocraticação do Brasil;

O governo ratifica sua coragem de não se curvar aos meios de comunicação tradicionais (principalmente Globo), conferindo assim maior importância à comunicação direta com a população, sem a mediação dos filtros ideológicos que sabidamente desejam sabotar o governo no primeiro deslize;

O governo já está quebrando a suposta sacralidade de empresas tidas como intocáveis ante o Processo de Privatizações, caso da Petrobras. Antes disso, 14 aeroportos já foram transferidos à iniciativa privada, por exemplo. Os Correios devem ser vendidos ainda este ano. Ou seja, o Brasil precisa levar estado para onde é necessário e retirar de onde é desnecessário. Saúde, Educação e Segurança Pública são prioridade em qualquer pedaço de chão minimamente decente do mundo;

Obras de infraestrutura estão em andamento depois de anos paradas, infestadas que estavam pela teia da corrupção.

Resta evidente que as condições estão sendo desenhadas para a retomada do crescimento econômico depois de 10 anos de estagnação (crescimento de 0.6%). Mas há um dado que merece todos os aplausos já neste início de governo: o Brasil registrou uma queda de 25% no número de homicídios em janeiro e fevereiro deste ano quando comparados ao mesmo períodos de 2018.

O Rio de Janeiro também registrou uma redução de mais de 50% de mortes  de policiais no mesmo período. Além de todos os bons resultados iniciais, evidencia-se, nas palavras do inatacável Alexandre Garcia, “que o medo está mudando de lado”. Nesse caso, o estado está resgatando o monopólio da violência legítima, como diria Max Weber.

Por fim, o governo Bolsonaro não pode ser medido apenas pelo que fez. Deve ser medido sobretudo pelas condições herdadas para fazer o que já fez. Nesse caso, a metáfora mais adequada é aquela segundo a qual é preciso trocar o pneu do carro com o veículo em movimento. Com um time de elevado nível, ele está conseguindo. Como disse Alexandre Garcia, “assim este País vai acabar virando um país sério”!

 

Leave a Reply