O repertório de mentiras na política é sempre assombroso. No mundo da esquerda, ela, a mentira, é o método principal. De todas as mentiras contadas por esquerdistas e pseudo esquerdistas, não há nada mais falso que aquela segundo a qual a renovação de seus chamados “quadros partidários” é algo que interessa aos donos de partido. Balela!

Falemos, por exemplo, do PT, aquele ex-partido que no imaginário coletivo virou sinônimo de organização criminosa. No Espírito Santo, desde a era cenozoica um dos medalhões é o ex-prefeito de Vitória, João Coser. Outra figura de primeira grandeza lá naquele estranho mundo é a ex-deputada Iriny Lopes.

João Coser sempre foi refratário à mudança. Inclusive, conduziu uma estranha manobra no Processo de Eleições Diretas para impedir a posse do ex-petista Givaldo Vieira no comando estadual do PT. Givaldo virou comunista (rs)!

A renovação que não veio do próprio partido poderá ser determinada pelas urnas. Sim, as urnas não iludem ninguém. Elas ainda não foram abertas. Mas este ano poderão marcar a despedida de vários medalhões, um deles é João Coser. Afinal, o que mais o homem do metrô de superfície pode desejar?

É evidente que o eleitor é soberano. Vota em quem ele quiser. Mas é claro que a emergência de novas figuras, além do lamaçal em que se transformou o PT, faz com que a decadência de Coser seja irreversível.

Por fim, com 62 anos, e com uma virtual derrota à Câmara dos deputados, depois de sofrer a segunda derrota ao Senado Federal, João Coser é um medalhão em fase de despedida. Coser só não vai partir de metrô de superfície porque isso foi um delírio do qual ele já se libertou.