Política Nacional

Um País partido e a amoralidade da extrema imprensa

As bases que levaram a Venezuela a chegar ao nível em que se encontra foram edificadas não apenas em alianças ideológicas regionais que desprezavam as reais necessidades do seu povo. Além disso, no Brasil, por exemplo, contaram com o apoio despudorado de uma imprensa que a cada dia cava um pouco mais a cova onde irá se eternizar.

Todos os termos são usados para se referirem ao banditismo bolivariano de Maduro. Mas os jornalistas brasileiros receiam usar a expressão “ditador”. Na cabeça de “nossos” jornalistas a palavra ditador só soa bem quando associada a governos ditos de direita. Assim, escondem-se em eufemismos, metáforas e elipses para não pronunciarem a palavra que lhes causa urticária ideológica. São covardes por natureza.

Enquanto isso, famintos que ainda não foram esmagados pelos tanques do ditador vagam rumo ao Brasil, cujo presidente curiosamente é chamado de autoritário/ditador por gente que se agacha para Maduro.

A covardia esquerdista é asquerosa. Querem que o ditador permaneça governando a Venezuela. Mas os ditos soldados do MTST, MST e os revolucionários de diretórios estudantis não se voluntariam para ir defender o governo em cuja legitimidade acreditam.

Paralelo a essa confusão, o governo brasileiro, mais uma vez, acerta ao respeitar o país vizinho e não interferir.

A amoralidade desta sexagenária senhora chamada Miriam Leitão ultrapassa todos os limites da decadência. Como bem respondi, para ela uma maldade concreta é igual a uma maldade imaginária.

Essa gente perdeu o trem da história. Como diz Milton Nascimento:

“Quem perdeu o trem da história por querer, saiu do juízo sem saber, foi mais um covarde a se esconder, diante de um novo mundo (…)”.

 

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